quinta-feira, 3 de junho de 2010
Viva o Povo da Palestina
Israel, como qualquer outro Estado, tem o direito de se defender, mas isso foi um uso abusivo de força letal para defender o bloqueio vergonhoso de Israel a Gaza, onde dois terços das famílias não sabem onde encontrarão sua próxima refeição.
As Nações Unidas, a União Européia e quase todos os outros governos e organizações multilaterais têm pedido a Israel para acabar com o bloqueio, e para lançar uma profunda investigação sobre o ataque à frota. Mas sem pressão maciça dos seus cidadãos, os líderes mundiais vão limitar sua resposta a meras palavras – como eles já fizeram tantas vezes.
Vamos gerar um clamor global tão alto, que não possa ser ignorado. Assine a petição para exigir umainvestigação independente sobre o ataque, a responsabilização dos culpados e o fim imediato do bloqueio à Gaza – clique para assinar a petição, e depois repasse essa mensagem a todos os que você conhece:
http://cdn.avaaz.org/po/gaza_flotilla_3/?vl
A petição será entregue às Nações Unidas e aos líderes mundiais, assim que alcançarmos 200.000 nomes – e novamente a cada oportunidade à medida que a lista for crescendo e que os líderes forem reagindo à situação. Uma petição massiva em um momento de crise como esse pode demonstrar aos que estão no poder que declarações e notas à imprensa não são suficientes – que os cidadãos estão prestando atenção e demandam ações concretas.
Enquanto a União Européia decide se irá expandir suas relações comerciais com Israel, e o Obama e o Congresso Americano definem o orçamento para ajuda militar a Israel para o ano que vem, e vizinhos como a Turquia e o Egito decidem seus próximos passos diplomáticos – vamos fazer com que a voz do mundo não seja ignorada: é tempo de verdade e de responsabilizar os culpados pelos ataques aos navios, e é tempo de Israel respeitar o direito internacional e acabar com o bloqueio a Gaza. Assine agora e passe essa mensagem adiante:
http://cdn.avaaz.org/po/gaza_flotilla_3/?vl
A maior parte das pessoas em qualquer lugar ainda compartilha o mesmo sonho: que haja dois Estados livres e viáveis, Israel e Palestina, que possam viver em paz lado a lado. Mas o bloqueio e a violência usada para defendê-lo, envenenam este sonho. Como um colunista israelense escreveu para os seus compatriotas no jornal Ha’aretz hoje, “Nós não estamos mais defendendo Israel. Nós estamos agora defendendo o bloqueio (a Gaza). O bloqueio por si só está se tornando o Vietnam de Israel.”
Milhares de ativistas pela paz em Israel protestaram hoje contra o ataque e o bloqueio, em passeatas desde Haifa até Tel Aviv e Jerusalém – se unindo a protestos ao redor do mundo. Independente de que lado atacou primeiro ou deu o primeiro tiro (o exército Israelense insiste em dizer que não foram eles que iniciaram a violência), os líderes de Israel mandaram helicópteros armados de tropas pesadas para atacar uma frota de navios em águas internacionais, que levava remédios e ajuda humanitária para Gaza, gerando mortes desnecessárias como conseqüência.
Não podemos trazê-los de volta. Mas talvez, juntos, nós possamos fazer deste momento trágico, um ponto de virada – se nós nos unirmos em um chamado de justiça inabalável e um sonho de paz inviolável.
O Povo da Palestina têm direito a ter o seu País
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Amanhã dia 29 de Maio é dia de luta na rua
domingo, 9 de maio de 2010
Rebelde faz 2 anos
bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se
torne insuportável.
O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser
nacionalizados pelo Estado".
Karl Marx in "Das Kapital", 1867
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
No Coliseu - Venham.Mais.Cinco (José Afonso) TvRip.By.Gui.
Companheiro não esqueci a data em que partiste, apenas não tenho tido tempo para vir ao meu blog.
Onde estiveres, sabes que jamais te esquecerei
Até sempre Zeca
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Nos 35 anos da Reforma Agrária A terra a quem a trabalha!
O PCP está a assinalar os 35 anos da Reforma Agrária, «acontecimento inspirador, nos dias de hoje, da necessária ruptura com a política de direita». No dia 17 Jerónimo de Sousa estará em Montemor-o-Novo a evocá-la.
A data escolhida para a evocação da Reforma Agrária não podia ser mais simbólica: a 9 de Fevereiro de 1975, o PCP realizou, em Évora, a I Conferência dos Trabalhadores Agrícolas do Sul. Numa nota da Comissão Política, emitida anteontem, lembra-se que «mais de trinta mil trabalhadores, idos dos distritos de Évora, Beja, Portalegre, Setúbal e Santarém, participaram na Conferência e no comício de encerramento».
Para os comunistas, a conferência e as decisões nela tomadas colectivamente, entre as quais se destacava a de avançar para uma «Reforma Agrária que entregue a terra a quem a trabalha», constituíram o «primeiro grande passo» no caminho da construção concreta da Reforma Agrária.
Desta forma se coroava a «difícil, persistente e corajosa luta» levada a cabo durante décadas pelo proletariado agrícola do sul». E que foi, ela mesma, parte integrante do combate mais geral contra a ditadura fascista. Por isso foi violentamente reprimida, com perseguições, prisões e torturas de milhares de trabalhadores, salienta o PCP. Alguns militantes seriam mesmo assassinados, como Alfredo Lima, Catarina Eufémia e José Adelino dos Santos.
Com a Reforma Agrária, acrescenta-se na nota, «tratou-se da decisiva e impetuosa arrancada para a liquidação do latifúndio secular explorador e opressor», que, com as suas herdades que iam dos 1000 aos 10 mil hectares – e em que os 500 maiores proprietários possuíam mais terra do que os 500 mil mais pequenos – fora um «sustentáculo fundamental» do regime fascista e era, após a Revolução, um poderoso sustentáculo da contra-revolução.
Ao contrário da «caricatura» que muitos dela fazem, a Reforma Agrária foi a «resposta necessária à situação entretanto criada», marcada pela sabotagem dos agrários, o abandono das culturas, o incêndio de olivais e searas, a retirada das máquinas, o desemprego e a fome. Tratou-se, isso sim, de «concretizar um programa de transformação económica e de justiça social, necessidade objectiva para a resolução dos problemas da produção e do emprego nos campos do Sul».
A «mais bela conquista» de Abril
Ao assinalar os 35 anos da Reforma Agrária, o PCP «valoriza um processo que, em menos de um ano, mudou a face do Sul do País, com a ocupação e cultivo de mais de 1 milhão de hectares de terras, que aumentou a área cultivada» e incrementou a produção, incorporando-a numa perspectiva de desenvolvimento.
Ao lembrar aquela que ficou conhecida como a «mais bela conquista da Revolução», o PCP destaca o «momento em que, pela primeira vez, na história do nosso país, trabalhadores libertados da exploração tomaram conta da terra, organizaram e dirigiram a produção agrícola e conseguiram a transformação completa das estruturas agrárias». E, com ela, a liquidação do desemprego e a melhoria radical das suas próprias condições de vida.
A Comissão Política do PCP lembra também que a Reforma Agrária só foi vencida pela «ofensiva destruidora e criminosa» iniciada pelo governo de Mário Soares e prosseguida pelos que se lhe seguiram. Uma ofensiva marcada «não apenas pela violação da legalidade, mas também pela ilegalidade assumida como instrumento de acção». Isto ficou bem expresso no assassinato dos comunistas José Geraldo (Caravela) e António Maria Casquinha.
Ao longo do ano, o PCP promoverá diversas iniciativas para assinalar os 35 anos da Reforma Agrária nos campos do Sul. A primeira é uma sessão pública, no dia 17 de Fevereiro, em Montemor-o-Novo, em que participa o Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.
Exigência do presente
«No futuro democrático de Portugal, com a luta dos trabalhadores rurais e do povo, a Reforma Agrária nos campos do Sul – com a liquidação do latifúndio e a entrega da terra a quem a trabalhe – é uma necessidade imperativa e incontornável», defende o PCP, na nota emitida anteontem. Para os comunistas, uma nova Reforma Agrária é, «de facto, uma exigência do presente».
Em primeiro lugar, para defender a produção nacional, num tempo marcado por um imenso défice estrutural de bens agro-alimentares» e de «forte abandono dos campos e das produções». A Reforma Agrária, acrescenta o PCP, «será o caminho para agarrar as potencialidades produtivas de milhares de hectares que hoje ou estão a monte ou mal aproveitados».
Mas a Reforma Agrária é também uma exigência para combater a desertificação daqueles campos e da região. Com a perspectiva do desemprego, foram muitos milhares os que abandonaram as suas terras em busca de melhores condições de vida, recordam os comunistas, para quem uma nova Reforma Agrária «criará emprego, abrirá novas perspectivas para a população do Alentejo.»
Também para «garantir a posse nacional daqueles campos e o aproveitamento adequado das capacidades dos solos», a Reforma Agrária é necessária, garante a Comissão Política do PCP. Só assim se poderá utilizar para fins agrícolas as infra-estruturas entretanto conseguidas (sem prejuízo do seu «adequado» aproveitamento energético e turístico) e impedir a transformação da região num «gigantesco campo de golf, nas mãos de capital estrangeiro».
A realização, hoje, de uma nova Reforma Agrária – que «responda às necessidades da produção nacional, ao aproveitamento de recursos, ao objectivo da criação de milhares de postos de trabalho, de emprego com direitos, à soberania e desenvolvimento do País» – constitui um objectivo e uma condição necessária ao progresso, afirma o PCP.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Não adianta dizerem que são Democratas e Socialistas
Mário Crespo
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
76º Aniversário da Revolta Operária 18 de Janeiro de 1934
A data de 18 de Janeiro de 1934 ficará para sempre ligada à história dos vidreiros,
Para tentar perceber minimamente o que levou esses homens a seguir esse caminho, é preciso ver os antecedentes sociais, económicos e políticos que se viviam em Portugal e, em particular, na Marinha Grande, naquela época.
Com o derrube da Monarquia, em 5 de Outubro de 1910, instalou-se em Portugal uma República, que demorou muito a consolidar-se o que levou ao golpe de Estado de 1926.
Em 1930, uma profunda crise social atingiu a Marinha Grande.
“Década, após década, a história repete-se nesta terra, será sina”!...
Este foi também o ano em que a ditadura, saída do golpe de Estado de 1926, começou a estabilizar e a impor a sua lei.
Os anos 30 e 31 foram particularmente difíceis para quem trabalhava na indústria vidreira. Com o apagar dos fornos, o trabalho escasseava, em consequência a fome atormentava os vidreiros e as suas famílias
Na época, e depois da reorganização do Partido feita por Bento Gonçalves, (Secretário Geral do Partido, até à sua prisão e morte no Tarrafal), há um rápido desenvolvimento do partido com a criação de inúmeras células e comités operários, um pouco à imagem dos comités Bolcheviques.
Entre 9 de Março e 24 de Novembro de 1932 teve lugar a maior e mais longa greve dos operários vidreiros, a greve dos Roldões, como ficou conhecida. Foi um marco histórico do operariado vidreiro. Muitas outras se lhe seguiriam.
O ano de 1933 trouxe a Portugal uma nova conjuntura política: O Estado Novo.
Em 23 de Setembro de 1933, foi o fim dos sindicatos livres e democráticos. Salazar, tendo como base a “Carta del Lavoro” de Benito Mussolini, publicou o decreto 23.048, instituindo o Estatuto do Trabalho Nacional, obrigando os sindicatos democráticos a ser encerrados.
Todos os trabalhadores ficavam obrigados a filiar-se nos sindicatos corporativos.
A direcção do sindicato vidreiro, avisada a tempo, fugiu para Espanha, no início de Novembro, para não ser presa.
No final de Novembro de
O Movimento Insurreccional de 18 de Janeiro de 1934, começou por ser uma tentativa Nacional de luta contra o Estado Novo. Por motivos diversos, e aqui não há consenso entre os historiadores, políticos e todos aqueles que de qualquer forma estudam esta questão, o que se sabe é que houve algumas lutas a nível Nacional, sem grande significado.
Na Marinha Grande, esta luta tomou proporções de Insurreição Armada, isto deveu-se a alguns factores fundamentais. A classe operária vidreira estava bem organizada, tinha sido bem “temperada” ao longo dos anos, nas diversas lutas sociais e económicas.
A fome, a miséria e a falta de liberdade, são as condições fundamentais para o início de qualquer revolução, em qualquer parte do Mundo.
Embora nem todos os participantes no movimento do 18 de Janeiro fossem militantes do Partido Comunista Português, é verdade que o movimento foi organizado e dirigido pelo Partido. Por muitos documentos da época este facto é indesmentível. Para a História ficou o fracasso da revolta, mas durante algumas horas, na Marinha Grande, o poder esteve nas mãos dos operários vidreiros.
As forças repressivas conseguiram dominar a insurreição, foram feitas dezenas de prisões, a maioria dos presos foram deportados para o campo de concentração do Tarrafal.
Nas comemorações do 18 de Janeiro de 1934 realizadas em 2008, o Município da Marinha Grande, fez a germinação com o Município do Tarrafal, Cabo Verde, como homenagem aos dois marinhenses que foram assassinados no campo de concentração.
Dos 152 antifascistas que foram inaugurar o Campo de Morte Lenta, assim ficou conhecido, 57 eram membros do movimento do 18 de Janeiro.
António Guerra e Augusto Costa foram dois, dos trinta e dois antifascistas assassinados no Tarrafal. Para além destes dois, foram também assassinados Manuel Carvalho, que faleceu no Hospital de Leiria e Francisco Cruz que faleceu na prisão de Angra do Heroísmo.
A sua coragem, determinação e generosidade permaneceram na memória colectiva desta terra.
Este legado conquistou para a causa da liberdade e da democracia imensas gerações de jovens marinhenses, onde com imenso orgulho me incluo, sendo eu um filho adoptivo desta terra.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Sem Titulo
Por coincidência, no momento em que os Estados Unidos e os seus aliados da NATO preparam uma conferência para prosseguir a chamada guerra contra o terrorismo no Afeganistão, um nigeriano bem conhecido da CIA e da embaixada norte-americana no Iémen pôs em pânico no dia de Natal o mundo ocidental. Há em toda esta história a sensação de estarmos a rever um filme antigo e bem conhecido. Como já é habitual, também desta vez os serviços secretos estavam informados da existência e do plano do agente bombista através da embaixada dos EUA no Iémen. A sua identidade e curriculum foram imediatamente divulgados. Um homem solitário vindo do deserto e das cavernas do Iémen acaba por vencer a tecnologia sofisticada da maior potência mundial e ludibriar os serviços secretos mais poderosos do mundo. Quando se trata de arranjar argumentos para atacar este ou aquele país soberano, a CIA e o Pentágono sabem tudo. Mas nos momentos «apropriados» sempre «falham» todos os mecanismos de segurança.
Compreendendo a importância da encomenda, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, considerou que a «instabilidade» no Iémen é uma ameaça «regional e mesmo mundial» enquanto o primeiro-ministro britânico Gordon Brown convocou precisamente para o dia 28 de Janeiro, altura em que os Estados Unidos e a NATO irão decidir a intensificação da agressão contra o Afeganistão, um encontro sobre «o combate ao terrorismo» no Iémen. O calendário é demasiado perfeito para que tudo isto seja verdade.
Está cada vez mais claro porque é que Obama e os sectores da oligarquia que o apoiam procuram manter e reforçar a estratégia da chamada «guerra contra o terrorismo». Uma estratégia muito mais abrangente e perigosa do que a da «guerra humanitária». «Terroristas» podem em princípio esconder-se em qualquer país, em qualquer lugar, bramir ameaças indefinidas e de difícil comprovação, mas facilmente apresentadas como perigos eminentes pelos serviços secretos, os média e os comandos da NATO.
O teólogo alemão, Eugen Drewemann, constata numa intervenção pela paz que «a guerra contra o terrorismo consolida o terror. Sob o manto da propagação da democracia, instala-se a ditadura. Esta espécie de humanismo só gera desumanidade (…). Eu oiço que os nossos jovens soldados são cidadãos em uniforme. Mas a guerra transforma-os em seres da idade da pedra na era atómica, faz deles monstros, cães de caça à espera da ordem para serem largados» (Junge Welt, 08.05.07).
Se o objectivo de Obama fosse de facto pôr fim ao terrorismo deveria começar por explicar ao povo norte-americano porque é que o Congresso aprovou 400 milhões de dólares destinados a operações visando o desmembramento do Irão. Deveria explicar porque é que o grupo sunita «soldados de deus» (Dschundallah) que tem executado numerosos atentados na região fronteiriça com o Afeganistão se encontra na lista de financiamento da CIA, como outrora os talibãs. Benazir Butho, ex-primeira-ministra do Paquistão, assassinada em Dezembro de 2007, revelou que «a ideia dos Talibãs era inglesa, a gestão norte-americana, o financiamento saudita e a organização paquistanesa» (Le Monde, 30.10.2001).
Se Obama desejasse sinceramente combater o terrorismo e as sua causas não precisaria de agredir outros países nem massacrar mais povos. Bastar-lhe-ia começar por investigar na sua própria casa as actividades dos seus antecessores, da CIA e do Pentágono.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
AMINETU HAIDAR " NO CIERRES TUS OJOS"
Carta dos filhos de Aminetu Haidar a todas as crianças e mães do mundo
"Em meu nome, Hayat El Kassimi, filha de Aminatu Haidar, de 15 anos de idade, e em nome do meu irmão, Mohamed el Kassimi, de 13 anos, lanço um apelo urgente a todas as crianças do mundo inteiro para que nos apoiem e, ao mesmo tempo, lanço um apelo a todas as mães para que apoiem a nossa mãe, uma mãe separada dos seus dois filhos e que está em greve de fome há 22 dias, para que ela possa regressar para o nosso lado e possamos viver juntos em estabilidade".
"É doloroso para mim e para o meu irmão sabermos hoje da má notícia de que a nossa querida mamã decidiu deixar de tomar os seus medicamentos, o que é muito perigoso para ela ".
"Ajudem a nossa querida mamã, evitem a tragédia que se irá a repercutir de forma negativa na nossa situação física e psíquica".
"QUEREMOS O REGRESO DA NOSSA MAMÃ!".
Hayat El Kassimi
Mohamed El Kassimi
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Latina America
Allende, Vítor Jara, Neruda, Che, Fidel, ou se pelos inúmeros combatentes que ao longo dos tempo têm combatidos de diversas formas, incluindo a luta armada, a Oligarquia e o Imperialismo Americano.
Sei que ainda hoje todas as suas derrotas me marcam profundamente, mas no inverso as suas vitórias me dão uma alegria imensa.
No dia 29 de Novembro, (dia do meu Aniversário) tive uma enorme prenda que o Povo Uruguaio me enviou da América latina, refiro-me à eleição de José Mujica para presidente do Uruguai.
É mais um combatente que chega a presidente do seu País, creio que será mais uma lufada de ar fresco, ou se quisermos uma lufada de ar Revolucionário para a América Latina.
Mujica é o primeiro ex-guerrilheiro a chegar à Presidência do Uruguai. Foi membro do grupo guerrilheiro MNL-Tupamaros Este preso durante 14 anos, antes e durante o regime militar no país (1973-1985).
Numa recente entrevista à BBC Brasil, quando lhe perguntaram sobre aqueles anos de prisão, Mujica disse: "O passado já passou. Para mim, importantes são presente e futuro".
José Mujica vai liderar o segundo governo da Frente Ampla, que chegou ao poder em 2004, na eleição de Tabaré Vázquez, após 167 anos de alternância entre os Partidos Blanco e Colorado.
Sei que a sua intervenção politica tem sido moderada, que tem procurado não enfrentar os Estados Unidos, mas não será isso uma prova de inteligência, sabendo que pela via do dialogo pode conseguir mais para o seu País, do que procurando o confronto com aqueles que realmente têm o poder na América latina.
sábado, 7 de novembro de 2009
HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO RUSSA - 1917
Acontecimentos ocorridos na Rússia imperial, que culminaram com a proclamação em 1917 de um Estado soviético, denominado União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
A expressão Revolução Russa é relativa às duas revoluções vitoriosas de 1917: a primeira, denominada Revolução de Fevereiro (março, pelo calendário juliano, então usado na Rússia), levou à queda da autocrática monarquia imperial. A segunda, denominada Revolução Bolchevique ou Revolução de Outubro, foi organizada pelo partido bolchevique contra o governo provisório instalado na primeira fase.
Antecedentes
No domingo, 22 de janeiro de 1905, fato considerado um dos antecedentes da Revolução Russa de 1917, cerca de 200 mil cidadãos, sobretudo trabalhadores, estavam reunidos em frente ao Palácio de Inverno em São Petersburgo para manifestar pacificamente a necessidade de melhoria da sua situação política e econômica. O tio do czar Nicolau II permitiu que as tropas czaristas atirassem na multidão. Centenas de manifestantes foram mortos e feridos. O massacre dos manifestantes provocou greves e manifestações por todo o país, o que por sua vez, conduziu à Primeira Revolução Russa.
As reformas empreendidas, pelo czar Alexandre II, criaram uma corrente a favor de uma mudança constitucional. Em 1898, foi fundado o Partido Operário Social Democrata Russo (POSDR), que em seu segundo Congresso (1903) já contava com duas facções divergentes: os mencheviques e bolcheviques.
A Revolução de Março
Nicolau II, o último czar da Rússia, não se destacou como governante, porém acreditava firmemente que seu dever era preservar a monarquia absoluta. Finalmente, viu-se obrigado a abdicar diante da grande reivindicação popular por reformas democráticas. Nicolau e sua família foram executados pelos bolcheviques em 1918. Em março de 1917, foi realizada em Petrogrado (atual São Petersburgo) uma manifestação comemorativa do Dia Internacional da Mulher, que acabaria transformada em protesto contra a escassez de alimentos. As tropas amotinadas uniram-se à manifestação. A incapacidade do governo em restabelecer a ordem, levou o poder às mãos de um Governo Provisório, formado pelos membros mais destacados da Duma estatal. A falta de apoio ao czar Nicolau II obrigou-o à abdicação. O Governo Provisório e o Soviete de Petrogrado O Governo Provisório iniciou de imediato diversas reformas liberalizantes, inclusive a abolição da corporação policial e sua substituição por uma milícia popular. Mas os líderes bolcheviques, entre os quais estava Lenin, formaram os Sovietes (Conselhos) em Petrogrado e outras cidades, estabelecendo o que a historiografia, posteriormente, registraria como ‘duplo poder’: o Governo Provisório e os Sovietes.
Lenin foi o primeiro dirigente da URSS. Liderou os bolcheviques quando estes tomaram o poder do governo provisório russo, após a Revolução de Outubro de 1917 (esta sublevação ocorreu em 6 e 7 de novembro, segundo o calendário adotado em 1918; em conformidade com o calendário juliano, adotado na Rússia naquela época, a revolução eclodiu em outubro). Lenin acreditava que a revolução provocaria rebeliões socialistas em outros países do Ocidente. Ao expor as chamadas Teses de abril, Lenin declarou que os bolcheviques não apoiariam o Governo Provisório, e pediu a união dos soldados numa frente que viesse pôr fim à guerra imperialista (I Guerra Mundial) e iniciasse a revolução proletária, em escala internacional, idéia que seria fortalecida com a propaganda de Leon Trotski. Enquanto isso, Alexandr Kerenski buscava fortalecer a moral das tropas. No Congresso de Sovietes de toda a Rússia, realizado em 16 de junho, foi criado um órgão central para a organização dos Sovietes: o Comitê Executivo Central dos Sovietes que organizou, em Petrogrado, uma enorme manifestação, como demonstração de força. O aumento do poder dos Bolcheviques Avisado que seria acusado pelo Governo de ser um agente a serviço da Alemanha, Lenin fugiu para a Finlândia. Em Petrogrado, os bolcheviques enfrentavam uma imprensa hostil e a opinião pública, que os acusava de traição ao exército e de organização de um golpe de Estado. A 20 de julho, o general Lavr Kornilov tentou implantar uma ditadura militar, através de um fracassado golpe de Estado. Da Finlândia, Lenin começou a preparar uma rebelião armada. Havia chegado o momento em que o Soviete enfrentaria o poder. Foi Trotski, então presidente do Soviete de Petrogrado, quem encontrou a solução: depois de formar um Comitê Militar Revolucionário, convenceu Lenin de que a rebelião deveria coincidir com o II Congresso dos Sovietes, convocado para 7 de novembro, ocasião em que seria declarado que o poder estava sob o domínio dos Sovietes. Na noite de 6 de novembro a Guarda Vermelha ocupou as principais praças da capital, invadiu o Palácio de Inverno, prendendo os ministros do Governo Provisório, mas Kerenski conseguiu escapar. No dia seguinte, Teotski anunciou, conforme o previsto, a transferência do poder aos Sovietes. O novo governo O poder supremo, na nova estrutura governamental, ficou reservado ao Congresso dos Sovietes de toda a Rússia. O cumprimento das decisões aprovadas no Congresso ficou a cargo do Soviete dos Comissários do Povo, primeiro Governo Operário e Camponês, que teria caráter temporário, até a convocação de uma Assembléia Constituinte. Lenin foi eleito presidente do Soviete, onde Trotski era comissário do povo e ministro das Relações Exteriores .
A 15 de novembro, o Soviete ou Conselho dos Comissários do Povo estabeleceu o direito de autodeterminação dos povos da Rússia. Os bancos foram nacionalizados e o controle da produção entregue aos trabalhadores.
A Assembléia Constituinte foi dissolvida pelo novo governo por representar a fase burguesa da revolução, já que fora convocada pelo Governo Provisório. Em seu lugar foi reunido o III Congresso de Sovietes de toda a Rússia. O Congresso aprovou a Declaração dos Direitos do Povo Trabalhador e Explorado como introdução à Constituição, pela qual era criada a República Soviética Federativa Socialista da Rússia (RSFSR).
A guerra civil
O novo governo pôs fim à participação da Rússia na I Guerra Mundial, através do acordo de Paz de Brest-Litovsk assinado em 3 de março de 1918. O acordo provocou novas rebeliões internas que terminariam em 1920, quando o Exército Vermelho derrotou o desorganizado e impopular Exército Branco antibolchevique. Lenin e o Partido Comunista Russo (nome dado, em 1918, à formação política integrada pelos bolcheviques do antigo POSDR) assumiram o controle do país. A 30 de dezembro de 1922, foi oficialmente constituída a União de Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). A ela se uniriam os territórios étnicos do antigo Império russo.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
A ONU condena mais uma vez o embargo dos Estados Unidos A Cuba
Esta foi a 18ª vez consecutiva que a ONU aprovou um texto onde pede o fim das sanções norte-americanas contra Cuba.
Cuba voltou a ter o apoio de quase todos os países contra o embargo norte-americano.
A Assembleia Geral da ONU pediu esta quarta-feira aos Estados Unidos o fim ao embargo comercial e financeiro que já está em vigor contra Havana há 47 anos.
Este pedido, surge depois de uma votação levada a cabo pela Organização das Nações Unidas sobre a necessidade de pôr fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro: 187 países votaram a favor desta medida, enquanto Estados Unidos, Israel e Palau votaram contra. As Ilhas Marshall e a Micronésia optaram pela abstenção.
sábado, 10 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Um Revolucionário do Mundo
"O caminho é longo e cheio de dificuldades. Às vezes, por extraviar a estrada, temos que retroceder; outras, por caminhar depressa demais, nos separamos das massas; em ocasiões, por ir lentamente sentimos de perto o hálito daqueles que pisam nos nossos calcanhares. Em nossa ambição de revolucionários, tratamos de caminhar o mais depressa possível, abrindo caminhos, mas sabemos que temos que nutrir-nos da massa e que esta só poderá avançar mais rápido se for alentada com nosso exemplo.»
"Toda a nossa acção é um grito de guerra contra o imperialismo e um clamor pela unidade dos povos contra o grande inimigo do género humano: os Estados Unidos da América do Norte. Em qualquer lugar que a morte nos surpreenda, que seja bem-vinda, sempre que esse, nosso grito de guerra, tenha chegado até um ouvido receptivo, e outra mão se estenda para empunhar nossas armas, e outros homens se prestem a entoar os cantos pesarosos com estrondos de metralhadoras e novos gritos de guerra e de vitória.»
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Até sempre Comandante
Desde la histórica altura
Donde el sol de tu bravura
Le puso un cerco a la muerte.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Tu mano gloriosa y fuerte
Sobre la historia dispara
Cuando Santa Clara
Se despierta para verte.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Vienes quemando la brisa
Con soles de primavera
Para plantar la bandera
Con la luz de tu sonrisa.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Tu amor revolucionario
Te conduce a nueva empresa
Donde esperan la firmeza
De tu brazo libertario.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
Seguiremos adelante
Como junto a ti seguimos
Y con Fidel te decimos:
Hasta siempre comandante.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Não ao golpe de Estado nas Honduras
Em solidariedade com o povo hondurenho e ao seu Presidente legítimo
A Rede em Defesa da Humanidade, pretende chamar a atenção do mundo para se manifestar contra a violência e repressão que está vivendo o povo hondurenho para defender o presidente constitucional da nação Hondurenha.
Cada minuto que passa agrava-se o conflito em frente da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, o gás lacrimogêneo tem derrubado todos os manifestantes. A repressão do povo hondurenho e a perseguição de seus líderes está tomando um pedágio de cada vez. Teme-se que as tropas do exercito envadam a embaixada. Chamamos a atenção para as implicações políticas que esses factos tem para toda a região.
Nenhuma democracia pode funcionar sob cerco.
Confrontados com um ataque de tal magnitude, a reacção dos povos latino-americanos e da comunidade internacional, teria que ser imediata e enérgica.
Novamente pedimos à opinião pública internacional para exigir que sejam respeitados os direitos legítimos do povo de Honduras.
E que continuem a apoiar o presidente legítimo Manuel Zelaya.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Liberdade para os 5 Cubanos presos nos Estados Unidos da América
O governo de Havana insiste para que o Presidente Obama ordene as libertações sem recorrer a nenhum tribunal, especialmente após uma recente decisão da Corte Suprema americana que não aceitou uma apelação para revisar a pena dos cubanos.
Gerardo Hernández
René González
Ramón Labañino
Fernando González
Antonio Guerrero
foram condenados em 2001 a penas que variam entre 15 a 30 anos, e alguns com prisão perpétua, por espionagem e conspiração nos Estados Unidos e por serem agentes não registrados de um governo estrangeiro, entre outras acusações.
As autoridades cubanas confirmaram que eles eram agentes, mas que procuravam impedir actos terroristas contra Cuba e que não representavam uma ameaça para a segurança dos Estados Unidos.
domingo, 13 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
O 11 de Setembro da minha memória
Eu também quero escrever algumas linhas sobre o dia 11 de Setembro,
Mas quero escrever sobre o dia 11 de Setembro de 1973, dia que marcou a minha juventude para sempre, refiro-me ao dia em que o General Pinochet comandou o golpe de estado Fascista, que assassinou o Presidente DEMOCRÀTICAMENTE eleito pelo seu Povo.
Salvador Allend era o rosto da Unidade Popular Chilena, da qual os Comunistas eram parte activa, durante o golpe de Estado e nos anos que se seguiram de Ditadura Fascista, o Povo Chileno perdeu milhares dos seus melhores filhos.
Sei que já passaram 36 anos, mas pretendo continuar a prestar a minha homenagem a todos os que tombaram e em particular a Vítor Jara.
Também penso que não devemos esquecer que o golpe que depôs a Unidade Popular no Chile, teve o apoio, militar, político e económico dos Estados Unidos da América.
Se calhar o 11 de Setembro de que vamos ouvir falar nos próximos dias, tem as suas raízes na política seguida pelos Estados Unidos ao longo dos Anos.
Como dizia o poeta “O Povo Unido jamais será Vencido”
domingo, 2 de agosto de 2009
Zeca Afonso
A luta continua.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Solidariedade com o Povo Hondurenho
quarta-feira, 1 de julho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
A luta continua
Vasco Gonçalves afirmou que o 25 de Abril será recordado como a revolução mais importante e profunda que abalou a Europa Ocidental desde a Comuna de Paris. Enunciou uma evidência que a burguesia tenta esquecer. Mas é igualmente transparente que sem a sua intervenção pessoal e a de Álvaro Cunhal nos acontecimentos, a Revolução não teria sido aquilo que foi.
No caso português, embora o derrubamento do fascismo seja devido a uma vanguarda armada, o MFA, a situação criada pelo golpe militar não teria desembocado numa ruptura revolucionária sem a adesão imediata e torrencial do povo.
O papel dos comunistas nesse fenómeno social, que pelas suas características surpreendeu a Europa e o Mundo, ainda não foi suficientemente estudado. Mas a grande e generosa vaga inicial, marcada pelo espontaneísmo, teria baixado rapidamente, se o PCP não conseguisse com êxito canalizar, através de uma participação organizada, a combatividade das massas, nas cidades, nas áreas industriais e nos campos do Alentejo e do Ribatejo, para objectivos estratégicos que ultrapassavam largamente as reivindicações conjunturais.
O exemplo
Intervindo com o seu Partido de sempre – o PCP – ao longo de mais de 74 anos de acção revolucionária, assumiu um papel ímpar na história portuguesa do Século XX.
Na resistência antifascista, pela liberdade e a democracia, nas transformações revolucionárias de Abril e em sua defesa, por uma sociedade livre da exploração e da opressão, a sociedade socialista.
Sujeito às maiores provações, a mais de doze anos de prisão, a bárbaras torturas, às duras condições da vida clandestina, revelou sempre as suas qualidades excepcionais de militante e ser humano.
Um Partido com paredes de vidro
A assimilação crítica do património teórico existente e da experiência revolucionária universal são armas poderosas para o exame da realidade e para a resposta criativa e correcta às novas situações e aos novos fenómenos.
O marxismo-leninismo é uma explicação da vida e do mundo social, um instrumento de investigação e um estímulo à criatividade."
Álvaro Cunhal in "O Partido com Paredes de Vidro"
segunda-feira, 8 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
7 de Junho de 2009 Voto CDU

As Eleições de 7 de Junho de 2009, vão ser se enorme importancia para Portugal.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
Rebelde faz um ano
"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar
bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se
torne insuportável.
O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser
nacionalizados pelo Estado".
Karl Marx in "Das Kapital", 1867
Recordo aqui um pensamento de Karl Marx, do seu livro Capital, 142 anos depois, até parece que o homem escreveu isto durante este ano.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
25 de Abril e o 1º de Maio dia de luta
Dia do Trabalhador em Portugal
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (Em seguimento da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado.
Durante a ditadura doEstado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia. O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portuguêses - Intersindical)
!º de Maio dia de luta dos trabalhadores
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas.
Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA . No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes.
No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas.
Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário.
A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
sábado, 25 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Trinta anos como o tempo passa depressa
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Adriano Correia de Oliveira
Lembro todas as canções da resistencia e todos aqueles que fizeram do Canto Livre uma arma.
O Adriano Correia de Oliveira jamais esquecerei.
Até sempre camarada
Lenine
grande dirigente da Revolução Russa de 1917,
líder do Partido Comunista, e primeiro presidente do Conselho dos Comissários do Povo da União Soviética.
Influenciou teoricamente os partidos comunistas de todo o mundo. As suas contribuições resultaram na criação da corrente teórica revólucionaria, denominada Leninismo.
Foi uma das mais importantes personalidades do seculo XX











